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Local: Qwest Field, Seattle, Washington
Horário: 19h15 de domingo - horário de Brasília
Tramissão: nenhuma até o momento, talvez Sopcast
Lesionados:
Seahawks
DT Rocky Bernard, WR D.J. Hackett e CB Josh Wilson são questionáveis.S Mike Green e LT Walter Jones são prováveis.Ravens
QB Kyle Boller, CB Samari Rolle e WR Demetrius Williams estão fora. TE Todd Heap e TE Daniel Wilcox são dúvida. LB Ray Lewis, LB Gary Stills e LB Terrell Suggs são questionáveis. CB Mike Flynn, FB LeRon McClain, S Gerome Sapp e T Adam Terry são prováveis.
O jogo contra os Ravens é importante pra recuperar a confiança e o moral da time. A péssima atuação da semana passada pode ser superada por uma apresentação consistente, o que acredito que deva acontecer, em especial por jogarmos em casa. Os Ravens são mais um time acostumado a boas campanhas na ultima década, mas que está muito mal esse ano. Tem uma excelente defesa, a melhor do ano passado, mas que anda bem vulnerável ao passe (a defesa contra o jogo corrido continua ótima, ou seja, não espere muito de Alexander/Morris amanhã), e provavelmente jogarão sem o LB Ray Lewis, líder dessa defesa. Vão estrear o rookie QB Troy Smith, e não tem grandes receivers. O jogo corrido é bom, com o RB Willis MacGahee, mas pode ser parado. Destaque importante é o fato de Baltimore ser um dos times que mais cometem turnovers da liga. Os Ravens estão perdidos desde a derrota para os Patriots, foram espancados pelos Colts e conseguiram perder para os Dolphins. Apesar de enfrentar um time "mordido" ser perigoso, acredito em vitória fácil.
Palpite: Seattle 27, Baltimore 10
Playoffs: outros jogos importantes para o torcedor dos Seahawks são Tampa Bay at São Francisco (torçam contra Tampa), Philadelfia at New Orleans (torçam pelos Saints), e Washington at Minessota (torçam MUITO contra os Vikings e a favor dos Redskins, assistam a esse jogo que terá trasmissão pela ESPN às 23h00 do domingo, é crucial para determinar o adversário dos Seahawks no wildcard).
Em geral, foi um jogo medíocre por parte de ambos os times, e muito, muito chato de assistir. Os Seahawks perderam porque o ataque dos Panthers foi um pouco menos incompetente que o nosso (os primeiros pontos do jogo só saíram no quarto quarto!), e a defesa deles foi um pouco melhor que a nossa. Elemento que dificultou o jogo foi o vento, que chegou a 18 mph.
Matt Moore, o quarto QB usado pelos Panthers no ano, supreendeu, mas também não foi nada demais. A linha defensiva de Carolina neutralizou nossa o-line, e nossa defesa não foi nem sombra do que vinha jogando. Como disse antes, essa derrota, apesar de decepcionante, não apaga as qualidades demonstradas antes por Seattle, mas coloca ênfase nos graves erros nítidos desde o início da temporada: a natureza bipolar desse time (incapaz de manter uma constância em sua atuação), o jogo corrido ineficiente, uma linha ofensiva frágil, e, principalmente, a total incompetência na conversão de terceiras descidas para poucas jardas.
Dos problemas citados, o que mais me preocupa é a dificuldade em converter terceiras descidas, algo básico para vencer na NFL. Contra os Panthers essa dificuldade ficou evidente (convertemos apenas 3 de 12 tentativas), mas isso pôde ser percebido em vários outros jogos na temporada. Quanto ao jogo corrido, é possível vencer na NFL confiando apenas no passe (os Patriots demonstram isso toda semana). Entretanto, passar a bola ficará cada vez mais difícil em razão das condições climáticas dos EUA em dezembro/janeiro: neve, vento e chuva. Defensivamente, Seattle perdeu mais um jogo em que não conseguiu nenhum sack, o quarto no ano. Abaixo, avaliação de cada setor:
Ataque
QB - Nota 5: Hasselbeck completou 27 de 41 passes, para 274 jardas e 1 TD, tendo seu trabalho dificultado pelo vento forte e pela incapacidade da linha ofensiva em conter o pass rush adversário. Não foi uma boa atuação, Matt é o líder e principal jogador desse time, e se quisermos vencer jogos difíceis ele precisa superar as condições climáticas e sua o-line ruim, algo que não mudará durante os playoffs.
RB - Nota 3: pouco utilizado (apenas 11 carries divididos entre Morris e Alexander), o jogo corrido conseguiu apenas 17 jardas líquidas (ou seja, em várias situações perdeu jardas), marca ridícula! O jogo corrido no FA é 50% talento do RB e 50% bloqueio da o-line e no momento não temos nenhum dos dois! O FB Leonard Weaver, que vinha jogando bem, dropou vários passes fáceis, matando alguns dos poucos drives bons dos Seahawks.
WR - Nota 6: fizeram o que puderam, mas mostraram a mesma apatia do resto do time. Único destaque para Deion Branch, que recebeu para 79 jardas e 1 TD, conseguido apenas, literalmente, no último segundo do jogo.
Linha ofensiva - Nota 2: talvez o único setor constante do time, constantemente ruim! Incapazes de abrir espaço para o jogo corrido, não seguraram a defesa adversária, permitindo 3 sacks e muita pressão em Hasselbeck.
Defesa
Linha defensiva - Nota 5: nem sombra do que foram em jogos anteriores, não conseguiram um sack sequer, não forçaram nenhum turnover e permitiram mais de 100 jardas para os corredores dos Panthers.
Linebackers - Nota 5: não jogaram mal, mas também não foram decisivos e não pararam o jogo corrido.
Secundária - Nota 6: pararam Steve Smith, permitiram poucas jardas do QB adversário, mas deixaram um big play (passe para 54 jardas no primeiro quarto), algo preocupante, já que era um dos grandes problemas do time o ano passado, e que parecia resolvido.
Special Team - Nota 8: Josh Brown marcou na chance que teve. O novo long-snapper parece ter resolvido o problema. Retiro o que disse sobre Ryan Plackmeier, durante o "puntball" dos três primeiros quartos ele chutou muito bem, colocando várias na linha de 10 jardas. Nada demais nos retornos.
Highlights do jogo:
http://www.nfl.com/videos?videoId=09000d5d8052c6af
http://www.nfl.com/videos?videoId=09000d5d80523e43
A NFL divulgou hoje a lista dos jogadores selecionados para o Pro-Bowl (jogo das estrelas, que acontece todos os anos no Hawaii), e dentre os escolhidos na NFC temos seis jogadores dos Seahawks. Veja nomes e fotos abaixo:
QB Matt Hasselbeck: escolha merecida! Hasselbeck, nos Seahawks desde 2001, está tendo sua melhor temporada na NFL, tendo passado, até a semana 15, para 25 TDs, com rating de 92.0. Matt também havia sido selecionado para o Pro-Bowl de 2003 e 2005.
LT Walter Jones: talvez o único que se salva na nossa linha ofensiva atualmente, joga nos Seahawks há 11 anos, e esta é a sua oitava escolha para o Pro-Bowl, a sétima seguida.
DE Patrick Kerney: é a segunda nomeação de Kerney para o Pro-Bowl, também havia sido escolhido em 2004. Kerney foi contratado esse ano e tem feito grande impacto em nossa defesa, tendo sido nomeado o jogador defensivo da NFC no mês de dezembro, e liderando a NFL com 13,5 sacks.
OLB Julian Peterson: em sua segunda temporada pelos Seahawks, Peterson foi novamente escolhido para o Pro-Bowl. É a quarta escolha de sua carreira de oito anos como profissional.
MLB Lofa Tatupu: o não-draftado Tatupu está apenas em sua terceira temporada como profissional, mas já se transformou em um dos melhores MLB da liga, sendo que esta é sua segunda indicação para o Pro-Bowl.
CB Marcus Trufant: em seu quinto ano como profissional, o natural do estado de Washington (onde fica Seattle) Marcus Trufant faz sua primeira aparição no Pro-Bowl. Está empatado como jogador que mais interceptou bolas na temporada, com 7 interceptações. Trufant está em seu último ano de contrato com os Seahawks, e se não renovar na off-season será uma enorme perda para essa defesa.
Essa semana vou falar sobre o maior jogador da história dos Seahawks: o WR Steve Largent. Largent nasceu em 28 de setembro de 1954, em Tulsa, Oklahoma. Apesar de sua ótima carreira no FA universitário, Largent somente foi draftado no quarto round do Draft de 1976, pelo então existente Houston Oilers. Depois de 4 jogos de pré-temporada, Largent quase foi cortado pelos Oilers, mas acabou sendo trocado para o recém constituído Seattle Seahawks em 1977, por uma escolha de 8º round no draft. Sem dúvida esta foi a primeira vitória do time.Largent jogou pelos Seahawks durante 13 anos. Não era considerado muito rápido, mas tinha uma habilidade incrível para recepcionar bolas. Largent foi escolhido para o Pro-Bowl sete vezes, tendo sido o primeiro jogador dos Seahawks a receber essa honra. Largent é também o único jogador da história dos Seahawks a fazer parte do Pro Football Hall of Fame (hall da fama da NFL), para o qual foi conduzido em 1995. Quando Largent se aposentou, ele detinha vários recordes relevantes para um WR, desde maior número de recepções na carreira (819), maior número de jardas recebidas na carreira (13.089) e maior número de TDs recebidos (101). Em 1999 a revista "The Sporting News" o colocou em 46º lugar na lista dos 100 maiores jogadores de FA da história, o único Seahawk da lista. O número com que jogou toda sua carreira, nº 80, foi aposentado pelos Seahawks em 1992.
Depois de se aposentar, Largent entrou para a carreira política, tendo sido congressista pelo estado de Oklahoma de 1994 a 2002.
Fonte: http://en.wikipedia.org/wiki/Steve_Largent
Veja vídeos sobre Steve Largent (muito bons!):
http://www.nfl.com/videos?videoId=09000d5d80130892
http://www.nfl.com/videos?videoId=09000d5d801b376c
Vou deixar pra comentar sobre a performance do time depois de assitir ao jogo, o que devo fazer até o meio da semana. Essa derrota inesperada para os Panthers, entretanto, pode ter um efeito positivo para os Seahawks. Não me entendam mal, qualquer derrota é ruim, mas perder de 13-10 depois de uma semana em que simplesmente arrasamos o adversário, é bom para colocar em perspectiva aquela atuação em particular. Além de acabar com a esperança de superar Green Bay, esta derrota encobre o otimismo exagerado (também meu, confesso) de quem já falava em Super Bowl. O fato de termos perdido não nos torna um time pior do que éramos há uma semana, mas permite que nos concentremos nos erros dessa equipe, que é muito boa, mas que deve se preparar realisticamente para atingir seus objetivos semana a semana. No momento, brigar com Tampa Bay pelo 3º seed. Estamos empatados em 9-5, mas estamos em vantagem por termos ganhado o confronto direto.
Traduzido a partir de texto de Danny O'Neil, do Seattle Times
Link: http://seattletimes.nwsource.com/html/seahawks/2004075978_hawk160.html
Patrick Kerney é pago para criar pressão. É parte do seu trabalho como defensive end, jogador que passa boa parte do seu tempo perseguindo o quarterback.
Esta, entretanto, é uma aplicação bem mais literal de pressão: Kerney se fechando dentro da câmara hiperbárica no porão de sua casa em Belleveu. Ele coloca uma máscara no rosto, apanha seu iPod ou um bom livro e passa algumas horas respirando ar que é 80% oxigênio por acreditar que isso ajudará no processo de recuperação.
"Você está sempre curando algo", diz Kerney. "Essa é a forma que você deve lidar com isso se quer permanecer no campo."
O corpo de um jogador da NFL é o seu negócio, e por isso requer investimento e constante cuidado. Os jogadores gastam metade da sua semana se preparando para o próximo jogo, e a outra metade se recuperando do último.
A maioria dos jogadores recebe uma massagem semanal. Vários gastam 15 minutos por dia alterando entre banheiras frias e quentes, a circulação sendo estimulada pela diferença de 15 graus para mandar embora os machucados, quase como se fossem carros tendo seu óleo trocado.
Os jogadores tomam shakes de proteína ou adicionam suplementos em pó ao seu gatorade depois do treino. O linebacker Kevin Bentley encomenda comida orgânica de uma companhia em San Diego. As refeições são empacotadas individualmente, as calorias contadas.
Kerney tem alguém que cozinhe pra ele, e come quatro refeições por dia cheias de carboidratos e altas em proteína. Ele vai pra cama bem antes da meia-noite todos os dias, e quando diz respeito a focar em seu corpo, ele descobriu que isso também abre sua mente.
"Eu tenho tido grandes resultados com o que é chamado de medicina alternativa" diz Kerney.
Ele dorme em um lençol alinhado por metais prateados ligados a uma corrente elétrica. Supostamente serve para eliminar radicais livres, e ainda que se pareça com algum dispositivo militar, eles são na verdade compostos altamente reativos, que podem danificar células do corpo.
Antes de cada jogo, quando Kerney está se vestindo no vestiário, ele pega uma luva de grafite, enrola em uma toalha molhada e coloca ao redor de seu pescoço. Outras luvas de grafite vão em uma toalha molhada ao redor de seus tornozelos. As luvas são ligadas à sua máquina de microcorrentes elétricas, que inclui um programa direcionado a estimular sua glândulas adrenais.
E nos dias após o jogo, Kerney passa algum tempo na câmara hiperbárica que comprou o ano passado. O ambiente pressurizado infla a quatro onças de ar por polegada quadrada, suficiente para fazer os ouvidos entupirem, o que supostamente ajudaria no processo de cura ao aumentar a quantidade de oxigênio que o corpo absorve.
"Quanto mais você faz parte da liga, mais este se torna um trabalho 24 horas por dia", afirma Kerney.
Uma câmara hiperbárica requer tanto uma prescrição médica quanto uma mente aberta.
Kerney tem ambas.
Ele sofreu uma ruptura do quadríceps na primeira jogada do ano passado em Atlanta. Seu companheiro de time John Abraham sofreu uma lesão no músculo da virilha mais tarde no mesmo jogo, e de repente os Falcons estavam contemplando a possibilidade de ficar sem seus dois defensive ends titulares na próxima semana.
"Eu sabia que uma lesão no quadríceps era mais fácil de recuperar", afirma Kerney.
O companheiro de Falcons Travis Hall recomendou sua câmara hiperbárica, que pode custar quase US$20 mil. Hall morava no meio do caminho entre a casa de Kerney e o centro de treinamento dos Falcons. Kerney passou as próximas semanas dormindo na câmara no porão de Hall.
"Dez da noite ele, sua mulher e sua crianças ouviriam uma batida na porta", diz Kerney. "E lá eu ia, me encaminhando para o porão."
O conceito é bem simples: oxigênio é essencial para o processo de cura do corpo, e uma câmara hiperbárica é inflada com mais oxigênio, permitindo ao corpo absorver uma quantidade maior. Terrel Owens credita a ela sua recuperação de um tornozelo quebrado a tempo do Super Bowl na temporada de 2004. Há rumores que Michael Jackson dormiria em uma.
O Dr. Justin Rothmier da Clínica de Medicina Esportiva de Seattle diz que não há muitas evidências científicas da efetividade de câmaras hiperbáricas no tratamento de lesões. É mais conceitual que qualquer outra coisa.
Kerney vai continuar se fiando na experiência de passar boa parte de setembro de 2006 na câmara hiperbárica de Hall, e por ter conseguido superar aquela lesão no quadríceps.
"Eu consegui jogar todo domingo enquanto me recuperava ao mesmo tempo", afirma Kerney. "E isso me convenceu!"
Ele encomendeu a sua, que se parece com um enorme e amarelo saco de dormir. Há um zíper em cima, que é reforçado por seis cintos de segurança, que se parecem com os de um assento de avião. Kerney põe uma máscara, fecha os cintos e o zíper lá dentro; então a câmara se infla até se parecer com um pequeno submarino. Há até um círculo transparente por onde é possível ver o que acontece dentro.
Às vezes Kerney lê lá dentro. Outras vezes ele ouve música. Ele pode mandar mesagens de texto ou assitir a um DVD. Há espaço mais do que suficiente, mesmo para alguém que tem mais de 1,90m e 123 kg como Kerney. O tight end Marcus Pollard veio experimentar quando estava se recuperando de uma lesão no joelho e assistiu ao filme "Tombstone - A justiça está chegando" enquanto estava na câmara.
A temporada de Kerney acabou o ano passado após uma lesão de músculo peitoral, e ele credita à câmara hiperbárica sua recuperação mais rápida, que terminou mais de dois meses antes do esperado. Toda segunda e terça-feira, Kerney vai passar pelo menos umas duas horas fechado dentro da câmara, respirando oxigênio pressurizado.
"Quando você sai de dentro, você se sente ótimo!", diz Kerney.
Segunda deveria ser a pior parte da semana de um jogador, um dia após o jogo, quando as lesões ainda estão frescas, os cortes ainda não sararam. Na verdade, este não é o pior dia.
"Ainda há um pouco da adrenalina do jogo", diz o safety Brian Russel. "Ainda há um pouco daquela energia."
A queda do entusiamo acontece na terça, deixando em troca o custo a ser pago por uma tarde correndo ao encontro de outros seres humanos usando capacete, normalmente ambos em alta velocidade. Há as inevitáveis dores e lesões, e todo o ácido lático criado pelo esforço excessivo, que cria dores terríveis nas pernas.
"Terça é o pior", diz Kerney.
Um fardo que todo jogador da NFL tenta suportar com todo tipo diferente de técnica.
Russel recebe uma massagem toda terça. Parece bom, não? Bem, ela é qualquer coisa, menos relaxante... Um massagista passa uma hora e meia enfiando dedos e cotovelos em todos os nós e músculos retesados, especialmente nos ombros e pescoço de Russel.
Bentley recebe algumas massagens por semana, e frequenta aulas de yoga dentro de uma sauna às terças-feira à tarde e novamente na quinta pela manhã. A temperatura ultrapassa os 40 graus, e o linebacker de 108 kg faz o que pode para aguentar.
"Ajuda a recuperar sua flexibilidade de volta", afirma Bentley. "E a limpar seus sistema, já que você soa muito e perde muita água".
Bentley consome apenas comida orgânica, especialmente encomendada e entregue toda sexta-feira, consumindo 2.000 calorias por dia.
"Com o tempo, seu corpo começa a falhar", afirma Bentley. "Quando você come porcaria, parece que só acelera o processo, pra mim pelo menos".
O armário de Bentley é próximo do linebacker de 110 kg Julian Peterson, cujo café da manhã a semana passada começava com bacon, ovos e salsicha, e terminava com uma caixa inteira de cereias açucarados.
Leroy Hill tem o armário seguinte ao de Bentley. Ele come fast food no jantar todos os dias. Subway, MacDonald's, pizza, qualquer coisa que pareça gostosa. Não que você pudesse perceber a partir do físico de Hill, totalmente esculpido.
"O corpo de todo mundo é diferente", diz Bentley. "Eu devo me recuperar diferente do Leroy".
Todo jogador encontra sua própria receita de recuperação, a forma de voltar ao destino de todo jogador da NFL: o campo.
Os jogadores da NFL costumavam confiar em gelo, e aspirina, talvez uma injeção de analgésico se as coisas estivessem realmente ruins.
"Nós passamos a gostar de calor", brinca o quarteback Matt Hasselbeck.
No passado, os jogadores não eram tão grande, e os programas de recuperação não eram tão sofisticados.
"Beba menos", brinca Dave Wyman, que foi linebacker da NFL por nove temporadas, incluindo entre 1987 e 1992 com os Seahawks. "Masque menos tabaco."
Wyman ia a um curandeiro quando fazia faculdade em Stanford, e a um quiroprata mais tarde em sua carreira.
"Depois de um tempo eu parei, porque eu percebi que no segundo que eu começava o aquecimento e dava meu primeiro tackle, eu percebia que tudo estava desalinhado novamente", diz Wyman. "E eu tinha que me realinhar depois de cada jogada."
E se você fosse um jogador hoje em dia?
"Eu provavelmente estaria tentando todas essas coisas", diz Wyman. "Porque há tantas coisas que não sabemos sobre o corpo humano".
Hasselbeck usa um colar de titânio da cor do uniforme dos Seahawks. Shaun Alexander diz ter tentado uma sauna infra-vermelha, seguindo uma dica de Bobby Engran. Esse tipo de suana não aquece o ar, aquece o próprio corpo, começando mais de uma polegada dentro do corpo para estimular a recuperação.
Os Seahawks tem um quiroprata que viaja com o time. Ele também é um acupunturista, e foi ele que recomendou o lençol com metais prateados a Kerney.
Estes são homens com corpos doloridos, desejosos de encontrar formas que permitam que voltem logo a campo.
"Eu não vou simplesmente e tento algo novo", diz Kerney. "Eu discuto tudo com nosso médicos e treinadores, e converso sobre os resultados que outros jogadores tiveram."
"Eu não vou gastar dinheiro com algo de que ninguém mais conseguiu benefícios".
Então ele vai dormir em um lençol plugado na tomada e entrar em uma câmara hiperbárica toda semana.
Local: Bank of America Stadium, Charlotte, North Carolina
Horário: 16h00 de domingo - horário de Brasília
Tramissão: nenhuma até o momento, talvez Sopcast
Lesionados:
Seahawks - WR D.J. Hackett e CB Josh Wilson estão fora.
S Brian Russel é questionável.
RB Shaun Alexander, DT Rocky Bernard, S Mike Green, OT Floyd Womack e T Tom Ashworth são prováveis.
Panthers - WR Keary Colbert é dúvida. G Jeremy Bridges, WR Dwayne Jarrett e QB Vinny Testaverde são prováveis.O jogo de domingo não deve ser dos mais difíceis para Seattle. Carolina Panthers costumava ser um time a brigar pelos playoffs na NFC durante os últimos anos, mas nesta temporada estão bem mal, perderam 8 jogos depois de seu QB titular se machucar. Seu principal jogador, o excelente WR Steve Smith não tem feito boas partidas, principalmente por falta de entrosamento com os QBs reservas. Vinny Testaverde é um ancião tapa-buracos, mas não deixa de ser um QB eficiente. O jogo corrido dos Panthers não é nada demais, ou seja, espere mais uma boa atuação de nossa defesa. A defesa de Carolina é boa, especialmente contra o passe, mas nada que não possa ser vencido por uma boa atuação de Hasselbeck e nossos receivers.
Palpite: Seattle 38, Carolina 17