WR Deion Branch: torceu os ligamentos do joelho no jogo de sábado e deve ser operado. No mínimo nove meses em tratamento.
RB Shaun Alexander: deve passar por cirurgia no pulso esquerdo, já que o osso quebrado não foi curado adequadamente.
LT Walter Jones: deve passar por cirurgia no ombro.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
Green Bay 42, Seattle 20
Bem, infelizmente a temporada acabou antes do que sonhávamos. O time realmente demonstrou potencial para ir longe esse ano, mas acabou derrotado no último jogo por seus próprios erros e também, reconheçamos, pela qualidade do adversário. Mas o balanço da temporada fica pra depois, a hora agora é de analisar (desculpem pelo atraso!) o jogo de sábado.Eu estava cético em relação às nossas possibilidades de vencer os Packers em Green Bay debaixo de neve. Ainda assim, havia chances, que aumentaram exponencialmente com poucos minutos de jogo, quando ocorreram dois fumbles do RB Ryan Grant, logo convertidos em um TD corrido de Alexander e num passe para TD de Hasselbeck para Engran. Entretanto, as esperanças renovadas nesses primeiros minutos foram sistematicamente destruídas ao longo do jogo, após uma atuação inspirada de todo o time dos Packers (principalmente do autor dos fumbles, Ryan Grant), e, o mais chocante, uma atuação medíocre da nossa defesa. Sem falar na nevasca digna da Sibéria que começou a cair em campo. Os Packers marcaram em praticamente todas as posses de bola que tiveram, enquanto nosso ataque só conseguiu converter dois field goals. Final, Green Bay 42, Seattle 20. Veja avaliação do jogo abaixo:
Ataque
QB – Nota 5: Hasselbeck não jogou mal. Acertou 19 de 33 passes tentados, passando para 194 jardas e 1 TD. Foi muito dificultado pela neve e pela pressão da defesa adversária. Não o culpo pela derrota, mas para termos chances de ganhar era preciso que Matt tivesse atuado melhor. Ainda é um QB Top 10 na liga, mas precisa chamar pra si a responsabilidade quando necessário.
RB – Nota 0: Na neve, a melhor forma de se aquecer (e de ganhar jardas) é correndo. Pois os Seahawks conseguiram a façanha de conquistar apenas 28 jardas corridas em 60 minutos de jogo! Temos que reconhecer que os números do jogo corrido foram afetados pelo play calling no sábado. Foram chamadas apenas 18 jogadas de corrida durante o jogo (os Packers chamaram 35, o dobro), o que reflete a pouca confiança depositada nesses corredores. Setor que precisa ser reformulado para o ano que vem.
WR – Nota 5: atrapalhados pela neve e pela excelente atuação da secundária dos Packers. Mesmo assim, Engran e Burleson conseguiram números razoáveis. Destaque negativo para a contusão de Deion Branch, que torceu os ligamentos do joelho e ficará nove meses sem jogar. Mais sobre a contusão de Branch em outro post.
TE – Nota 0: Marcus Pollard tem 13 anos de experiência na liga. Mesmo assim, conseguiu um fumble no começo do jogo, e dropou dois passes cruciais, um dentro da endzone. Atuação para ser demitido e não voltar nunca mais.
Linha Ofensiva – Nota 3: leiam meus comentários sobre a linha ofensiva em qualquer dos outros jogos que resenhei. Pelo menos são constantes.
Defesa
Linha defensiva – Nota 3: irreconhecível, simplesmente foi dominada pela linha ofensiva dos Packers. Não ajudou a conter o jogo corrido.
Linebackers – Nota 0: forçaram dois fumbles e depois saíram de campo. Alguém viu Tatupu, Peterson e Hill por aí? Talvez no Canadá... Permitiram ao RB Ryan Grant correr 201 jardas em 27 carregadas (média absurda de 7,4 jardas por carregada), para 3 TDs. Sim, você leu o número certo.
Secundária – Nota 3: incapaz de conter o poderio aéreo de Brett Favre.
Especialistas – Nota 5: não foram decisivos para a derrota.
Highlights do jogo: http://www.nfl.com/videos?videoId=09000d5d805f0e6d
O que você achou da derrota para os Packers?
Bom, a temporada acabou para nós, mas a luta pelo Super Bowl continua. Como fã de football, eu já escolhi o time para o qual vou torcer a partir de agora: Green Bay Packers. Apesar de eles terem sido nossos algozes, é um time pelo qual tenho grande simpatia, principalmente por sua história, pelas ligações diretas que tem com o elenco atual dos Seahawks, e pela energia inesgotável de Favre.
Pra que time você torcerá até o final dessa temporada?
sábado, 12 de janeiro de 2008
Seattle at Green Bay
Local: Lambeua Field, Green Bay, WisconsinHorário: logo mais, às 19h30
Tramissão: ao vivo no Bandsports
Sopcast: confira em http://www.myp2p.eu/broadcast.php?matchid=4646&part=sports
Lesionados:
Seattle
WR D.J. Hackett é questionável
Gree Bay
CB Will Blackmon é questionável
Hoje nós somos a zebra. Green Bay teve uma excelente (e inesperada) temporada e joga descansado e em casa, na neve. Nós vamos ter que fazer o melhor jogo da temporada, provavelmente da história dos Seahawks, pra vencer Brett Favre e companhia. Ainda sim, eu acredito! Os Packers tem um time muito jovem comandado pela lenda Favre, muito bom na defesa e ótimo no ataque. Costuma atacar com 4, 5 receivers de uma vez, o que será um belo teste pra nossa secundária. A partir da metade da temporada, encontraram o jogo corrido em Ryan Grant, RB que nem reserva era antes. Para vencer, nossa defesa vai ter que jogar demais: pressionar Brett Favre até não poder mais. Favre detém o recorde de TDs marcados, mas também o recorde de interceptações lançadas, porque costuma lançar bolas ao léu quando pressionado (lembrem-se do jogo contra os Cowboys essa temporada). Já nosso ataque vai ter que ser eficiente: Hasselbeck não pode perder lançamentos fáceis como a semana passada. Se esses dois aspectos estiverem presentes, nós temos chances de ganhar. Holmgren trabalhou durante anos em Green Bay e conhece Brett Favre, deve ter orientado o time a fazer justamente isso.
Palpite: Seattle 30, Green Bay 27 - na prorrogação
Qual o seu palpite?
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
NFL All-Pro Team - ATUALIZADO
Foi divulgado o NFL All-Pro Team da temporada de 2007, e há dois Seahawks entre os escolhidos: DE Patrick Kerney, LB Lofa Tatupu e o LT Walter Jones.
Veja a lista completa em http://www.nfl.com/news/story?id=09000d5d805db597&template=with-video&confirm=true
Valeu, pessoal, não sei como fui esquecer do Tatupu...
Veja a lista completa em http://www.nfl.com/news/story?id=09000d5d805db597&template=with-video&confirm=true
Valeu, pessoal, não sei como fui esquecer do Tatupu...
Há dez anos, Hasselbeck deixou de assinar com os Bears

Traduzido a partir de texto de Danny O’Neil, do Seattle Times
Link: http://seattletimes.nwsource.com/html/dannyoneil/2004114898_oneil09.html
Matt Hasselbeck recebeu uma proposta de emprego no seu primeiro ano após a faculdade. O salário tinha seis dígitos, para um lugar assegurado ao menos por três semana no roster de 53 jogadores do Chicago Bears. Tudo que ele tinha que fazer era deixar o Green Bay Packers.
Nada mal para um cara que não havia sido nem sequer convidado para o treinamento de calouros, e passaria toda a sua primeira temporada na NFL no purgatório chamado practice squad. Foi assim que Hasselbeck passou o ano de 1998 no Green Bay Packers. A primeira correspondência de torcedor que ele recebeu era um pedido de autógrafo de Brett Favre. Hasselbeck uma vez contou que ele e os outros membros do practice squad não foram chamados para a foto do time naquele ano.
Os Bears contactaram Hasselbeck em dezembro, oferecendo assiná-lo para o roster ativo e deixá-lo jogar os últimos quatro jogos da temporada. Dois daqueles jogos seriam contra o time dos Packers com o qual ele treinava toda semana.
Hasselbeck poderia ter visto esta como a oportunidade de construir uma carreira. Uma chance de mostrar que ele estava preparado para um emprego de período integral na liga. Ao invés, ele disse não, obrigado. Ter passado essa oportunidade pode ter sido melhor que qualquer lançamento que ele já tenha feito.
Acha que ele teria crescido tanto quanto ele cresceu se tivesse deixado os Packers para uma franquia que ainda não encontrou estabilidade na posição de quaterback? Acha que Mike Holmgren teria feito uma troca por ele se Hasselbeck tivesse deixado os Packers naquela temporada?
Hasselbeck escolheu continuar trabalhando em Green Bay, continou esperando. Ele escolheu seu desenvolvimento a longo ao prazo, ao invés de um ganho em curto prazo, e agora, 10 anos depois, ele retorna a enfrentar a franquia que o draftou, com uma viagem ao campeonato da conferência em disputa. Numa carreira na NFL cheio de voltas e reviravoltas, foi o caminho que Hasselbeck escolheu não caminhar em seu ano de novato que se mostrou o mais importante.
“Eu estava num sistema com Ron Wolf, que havia escolhido todos aqueles quarterbacks”, disse Hasselbeck. “Mike Holmgren era o head coach, Andy Reid treinava os quarterbacks, e Brett Favre era o titular. Melhor que ir à Harvard Business School”.
Os jogadores da NFL sempre ressaltam a importância das oportunidades. Um jogador não chega à NFL sem acreditar que tem talento para fazer jogadas se receber uma chance, e mesmo assim aquele novato do pratice-squad preferiu passar seu tempo no banco dos Packers.
Hasselbeck conseguiu encontrar seu lugar no time na temporada seguinte, servindo como backup de Favre em 1999 e em 2000. A função não oferece muitas oportunidades de jogar, já que Favre não perdeu um jogo nas seis temporadas antes da chegada de Hasselbeck, e não deixou de começar nenhum jogo desde então, uma década depois.
Mas Favre se lembra de fazer uma previsão para seu companheiro: Holmgren ira fazer uma troca por Hasselbeck.
“Eu tinha essa sensação”, disse Favre na terça. “Ele teria sido louco de não fazer porque eu sabia que Matt tinha todas as ferramentas. Em sua maioria, as pessoas não sabiam quem ele era. Ele meio que se escondeu dos holofotes.”
Um pouco disso em razão da escolha de Hasselbeck de permanecer em Green Bay em sua temporada como novato.
Um ano depois de Hasselbeck não aceitar a oportunidade em Chicago, ele foi a um evento de caridade que Favre promoveu em seu restaurante em Green Bay. Começaram a ser leiloadas bolas autografadas por Favre, Bart Starr, Leroy Butler, e Reggie White. E então veio a bola assinada por Hasselbeck.
“E ainda calhou da minha ser a última”, disse Hasselbeck. “Ninguém deu nenhum lance”.
Não até o leiloeiro informar às pessoas presentes que os Bears tentaram contratar Hasselbeck do practice squad dos Packers no ano anterior e ele recusou.
“A casa veio abaixo”, disse Hasselbeck.
Alguém ofereceu US$1.000 pela bola. Mas foi a decisão de Hasselbeck de permanecer em Green Bay que acabou não tendo preço.
Um belo exemplo de vida, que só me faz admirar mais o comandante do nosso ataque. Amanhã, “Jogador da Semana” com Matt Hasselbeck!
O que você teria feito no lugar de Matt? Teria aceitado a proposta boa no curto prazo ou teria arriscado ficar numa posição pior para aprender mais?
Link: http://seattletimes.nwsource.com/html/dannyoneil/2004114898_oneil09.html
Matt Hasselbeck recebeu uma proposta de emprego no seu primeiro ano após a faculdade. O salário tinha seis dígitos, para um lugar assegurado ao menos por três semana no roster de 53 jogadores do Chicago Bears. Tudo que ele tinha que fazer era deixar o Green Bay Packers.
Nada mal para um cara que não havia sido nem sequer convidado para o treinamento de calouros, e passaria toda a sua primeira temporada na NFL no purgatório chamado practice squad. Foi assim que Hasselbeck passou o ano de 1998 no Green Bay Packers. A primeira correspondência de torcedor que ele recebeu era um pedido de autógrafo de Brett Favre. Hasselbeck uma vez contou que ele e os outros membros do practice squad não foram chamados para a foto do time naquele ano.
Os Bears contactaram Hasselbeck em dezembro, oferecendo assiná-lo para o roster ativo e deixá-lo jogar os últimos quatro jogos da temporada. Dois daqueles jogos seriam contra o time dos Packers com o qual ele treinava toda semana.
Hasselbeck poderia ter visto esta como a oportunidade de construir uma carreira. Uma chance de mostrar que ele estava preparado para um emprego de período integral na liga. Ao invés, ele disse não, obrigado. Ter passado essa oportunidade pode ter sido melhor que qualquer lançamento que ele já tenha feito.
Acha que ele teria crescido tanto quanto ele cresceu se tivesse deixado os Packers para uma franquia que ainda não encontrou estabilidade na posição de quaterback? Acha que Mike Holmgren teria feito uma troca por ele se Hasselbeck tivesse deixado os Packers naquela temporada?
Hasselbeck escolheu continuar trabalhando em Green Bay, continou esperando. Ele escolheu seu desenvolvimento a longo ao prazo, ao invés de um ganho em curto prazo, e agora, 10 anos depois, ele retorna a enfrentar a franquia que o draftou, com uma viagem ao campeonato da conferência em disputa. Numa carreira na NFL cheio de voltas e reviravoltas, foi o caminho que Hasselbeck escolheu não caminhar em seu ano de novato que se mostrou o mais importante.
“Eu estava num sistema com Ron Wolf, que havia escolhido todos aqueles quarterbacks”, disse Hasselbeck. “Mike Holmgren era o head coach, Andy Reid treinava os quarterbacks, e Brett Favre era o titular. Melhor que ir à Harvard Business School”.
Os jogadores da NFL sempre ressaltam a importância das oportunidades. Um jogador não chega à NFL sem acreditar que tem talento para fazer jogadas se receber uma chance, e mesmo assim aquele novato do pratice-squad preferiu passar seu tempo no banco dos Packers.
Hasselbeck conseguiu encontrar seu lugar no time na temporada seguinte, servindo como backup de Favre em 1999 e em 2000. A função não oferece muitas oportunidades de jogar, já que Favre não perdeu um jogo nas seis temporadas antes da chegada de Hasselbeck, e não deixou de começar nenhum jogo desde então, uma década depois.
Mas Favre se lembra de fazer uma previsão para seu companheiro: Holmgren ira fazer uma troca por Hasselbeck.
“Eu tinha essa sensação”, disse Favre na terça. “Ele teria sido louco de não fazer porque eu sabia que Matt tinha todas as ferramentas. Em sua maioria, as pessoas não sabiam quem ele era. Ele meio que se escondeu dos holofotes.”
Um pouco disso em razão da escolha de Hasselbeck de permanecer em Green Bay em sua temporada como novato.
Um ano depois de Hasselbeck não aceitar a oportunidade em Chicago, ele foi a um evento de caridade que Favre promoveu em seu restaurante em Green Bay. Começaram a ser leiloadas bolas autografadas por Favre, Bart Starr, Leroy Butler, e Reggie White. E então veio a bola assinada por Hasselbeck.
“E ainda calhou da minha ser a última”, disse Hasselbeck. “Ninguém deu nenhum lance”.
Não até o leiloeiro informar às pessoas presentes que os Bears tentaram contratar Hasselbeck do practice squad dos Packers no ano anterior e ele recusou.
“A casa veio abaixo”, disse Hasselbeck.
Alguém ofereceu US$1.000 pela bola. Mas foi a decisão de Hasselbeck de permanecer em Green Bay que acabou não tendo preço.
Um belo exemplo de vida, que só me faz admirar mais o comandante do nosso ataque. Amanhã, “Jogador da Semana” com Matt Hasselbeck!
O que você teria feito no lugar de Matt? Teria aceitado a proposta boa no curto prazo ou teria arriscado ficar numa posição pior para aprender mais?
A História dos Seahawks: os anos sombrios (1979-1982)
Hoje o post da história dos Seahawks é curto, já que trata de um período de apenas quatro temporadas.As esperanças construídas após temporadas consecutivas com um recorde positivo de vitória foram destruídas em 1980. Os Seahawks perderam seu últimos nove jogos, o que transformou um recorde 4-3 em 4-12 no final da temporada. O colapso ao menos permitiu ao time selecionar o ótimo safety Kenny Easley no primeiro round do draft de 1981.
Em 1981, os Seahawks perderam cinco dos seus primeiros seis jogos, terminando a temporada com um recorde de 6-10. Steve Largent teve outra temporada estelar, recebendo para 1.224 jardas. O QB Dave Krieg fez sua estréia como titular ao substituir Jim Zorn em 6 de dezembro de 1981, completando 20 de 26 passes tentados, numa vitória de 27-23 sobre o New York Jets.
A temporada de 1982 acabou sendo encurtada em razão da greve realizada pelos jogadores. Mesmo assim, os Seahawks demitiram o head coach Jack Patera após perder os dois primeiros jogos. O técnico interino Mike McCormack terminaria a temporada, em que o time acumulou um recorde de 4-5.
West Coast Offense: breve explicação
Como prometido, segue abaixo uma breve explicação sobre a West Coast Offense, sistema de ataque utilizado pelo Seattle Seahawks:
O termo “West Coast Offense” (“Ataque da Costa Oeste”) foi cunhado em 1993 por Bernie Kosar. Originalmente, o termo se referia ao sistema de “Air Coryell”, usado por dois times da costa oeste dos EUAs no início dos anos 70, o San Diego Charges e o Oakland Raiders. Entretanto, nos anos 80 o termo acabou sendo empregado para definir o sistema de ataque que Bill Walsh usava no San Francisco 49ers.
A “West Coast Offense” é mais uma filosofia de ataque que um conjunto de jogadas ou formações específicas. Tradicionalmente, os especialistas em ataque do football entendem que um time deve primeiro estabelecer o jogo corrido, o que fará com que a defesa se aproxime da linha de scrimmage, para então permitir ao quarterback lançar passes longos em direção à endzone (N.T.: para entender melhor, repare como são construídos os drives de times como o Dallas Cowboys ou o Indianápolis Colts).
O sistema da West Coast Offense criado por Bill Walsh, e implantado por Mike Holmgren tanto no Green Bay Packers quanto no Seattle Seahawks, porém, difere do ataque tradicional ao enfatizar um ataque de passes curtos e “horizontais” (ou seja, com 5, 10 jardas), tendo por objetivo “alongar”as defesas adversárias, para abrir rotas de corrida. A West Coast Offense exige que os recebedores corram rotas precisas e estejam em perfeita sintonia com o quarterback, jogadas que representam entre 65% e 80% do esquema ofensivo. Após as defesas terem sido alongadas, estando concentradas em defender os passes curtos, o ataque está então livre para focar as demais jogadas em passes mais longos (mais de 14 jardas) e médias para longas corridas.
Para entender a West Coast Offense, basta prestar atenção em como joga o ataque dos Seahawks. Veja como Hasselbeck dificilmente lança passes longos, preferindo conectar passes curtos e rápidos, com poucos “dropbacks” (ou seja, passos para traz). Confira exemplo no link: http://www.nfl.com/videos?videoId=09000d5d804f2f59
Para maiores informações, consulte os seguintes links:
http://en.wikipedia.org/wiki/West_Coast_offense
http://www.slideshare.net/Redout/west-coast-offense-42680/
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